por Keith Preston

Entre os muitos grandes e extremamente influentes pensadores do século XIX, é Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900) facilmente o mais distinto em termos de possuir tanto as críticas mais profundas e penetrantes da civilização ocidental como ela era em seu tempo, e os insights e previsões mais prescientes quanto a o que o curso futuro da evolução do Ocidente envolveria. Em nossos próprios dias, Nietzsche tem sido um tópico popular do discurso acadêmico por algum tempo, e a leitura de suas obras há muito tem sido um passatempo popular entre estudantes modistas. Porém, na época de Nietzsche, ele permaneceu obscuro e suas obras não foram amplamente lidas ou aceitas até após sua morte. Mesmo com a abundância de estudos de Nietzsche que foram produzidos no mais de um século desde seu falecimento, suas idéias centrais permanecem amplamente incompreendidas ou mal interpretadas. De fato, Nietzsche ten sido majoritariamente apropriado pela Esquerda acadêmica - uma grande ironia considerando seu próprio desprezo considerável pela política da Esquerda - e a filosofia acadêmica dominante do pós-modernismo inclui a filosofia de Nietzsche como uma ancestral direta em sua linha genealógica.


by Derek Turner

Lincoln Cathedral looms above its locus like a celestial city of its own, its three towers on top of its lofty limestone cliff drawing all eyes for miles in every direction to focus on its perfection and their abjection.

It is one of the great buildings of medieval Europe, a perfectly-judged coda to the Steep Hill up which city dwellers and visitors have struggled breathlessly for centuries to Iron Age and even older forts, the Romans’ colonia of Lindum where the Fosse Way crossed Ermine Street, and a piquant parade of counts and chevaliers, serfs and saints, merchants, moneylenders and mendicants living, working and dying in round-arched, herringbone-patterned houses so strongly built by Norman masons that a few are still in use, some of the oldest domestic buildings in the West.


This is an article of mine that was published in the Japanese English-speaking media back in 2005. In addition to evolutionary differences in DNA as a driver of HBD, it also posits faster biologial diversification through something called "neoteny." Much of the political agenda of Liberal globalists and the Left is based on the view that we can't be all that different from each other having "branched out" from Africa a mere 60,000 years ago, giving us very little time to evolve significant racial differences. This theory of neoteny, which is still admittedly in its speculative stage, could represent a useful addition to the armoury of those who believe that differences between human groups are more substantial and should be recognized and respected in our social and political organization.